Quarto de Sarah e Simon

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Quarto de Sarah e Simon

Mensagem por Sarah Sörensen em Sab Mar 23, 2013 2:04 pm


BANHEIRO

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Re: Quarto de Sarah e Simon

Mensagem por Simon Schmitt em Sab Mar 23, 2013 6:46 pm



fuck!
Mikael de volta, clã de Nephys, Harridan Town, as sombras manifestando-se... Simon não poderia ter palavras para descrever o quão irritado, para não dizer puto, estava. O que Sarah havia feito com ele também não ajudava. Ser deixado no campo de batalha inimigo, bem de frente para as trincheiras inimigas... Nada esperto. Tentava arranjar desculpas em nome da namorada, mas, sinceramente, estava com uma vontade louca de largar aquela merda toda e ir embora, jogando tudo para o alto e fazendo questão de mandar um dedo do meio tanto para a deusa Ísis quanto para a deusa Nephys. Dirigia o carro – financiado pela namorada – com certa falta de paciência, até mesmo para o trânsito calmo da cidade. A verdade era que Simon estava prestes a ter um colapso nervoso. Precisava de uma bebida... E uma das fortes, diga-se de passagem. Esquecer-se de toda aquela bagagem emocional era tudo o que queria, mas não podia ter, então deu meia volta e voltou a direção para a mansão dos Sörensen. Diabo, ele era realmente um zero à esquerda. Não tinha nada que era dele próprio. Massageou a têmpora esquerda com uma das mãos que se separaram do volante, tentando conter a dor de cabeça. Era dia e ele sempre se sentia fraco de dia. Alguma coisa a ver com seu poder vital ser as sombras. Ele vivia com aquilo desde quantos anos? Talvez desde seus dez anos, não sabia bem, mas ainda não conseguira entender como aquela droga toda funcionava.

Bufou, avistando a mansão algumas centenas de metros a frente, estacionando o carro com rispidez e fazendo questão de bater a porta bem forte. Ninguém fora cumprimentá-lo, ótimo. Não estava com humor para ser educado ou qualquer coisa assim. Na verdade, podia estar prestes a matar alguém se lhe impedissem de descontar toda sua frustração na loira. E ele o faria ao seu estilo, como ninguém. Soltou uma risada sarcástica, imaginando como diabos aquela mulher conseguia ser tão ligada a ele. Eram, com toda e absoluta certeza, opostos. A única parte da personalidade de ambos que se parecia era a crueldade, mas ele sinceramente nunca pensou que a vadia que chamava de líder fosse tão patética a ponto de abandonar um companheiro em uma situação como aquelas. Tudo bem que haviam outros bruxos do mesmo clã que ele no momento, mas os desgraçados eram um bando de malditos, só olharam pelo desertor Mikael.

Que se fodessem. Simon não precisava de nenhum dos filhos da puta, não serviam para nada além de encher-lhe o saco.

Abriu a porta da mansão e subiu as escadas. O lugar parecia estar deserto, mas Simon sabia que todos estavam dormindo, ou ao menos tentando. Sorriu, maldoso, quando percebeu que com os barulhos que fizera conseguiria acordar todos os bastardos. Bem feito, pensou, pouco importando-se se estava parecendo uma criança. Entrou no quarto que dividia com Sarah, encontrando-a lendo na cama, apenas de camisola e não pôde deixar de assoviar, mesmo com um humor mortífero. A mulher estava muito gostosa e se viu com as mãos coçando para tacá-la naquela cama e fazer um sexo que teria certeza de que ela não se esqueceria por um bom tempo, até porque ele não deixaria que isso acontecesse, mas coisas mais importantes primeiro.

"Acordada, Sörensen?", ironizou, tirando a jaqueta e tacando-a em um quanto qualquer. Sentiu o olhar tentador de Sarah seguir seu movimento e teve de se esforçar para manter a carranca séria no rosto. Aquela mulher o enlouquecia além das palavras. "Me esclareça uma coisa, ó Líder..." Fez uma reverência desnecessária, estava muito irritado mesmo, mas a ironia era um de seus dons. "Agora que o imbecil do Carter voltou, algo muito importante deve estar acontecendo, ou ele fugiria como a gazela saltitante que é." Deixou soltar uma gargalhada maldosa, tirando calmamente a blusa. "Meu ponto é - essa merda toda está acontecendo porque viemos para território inimigo ou porque tinha que acontecer? Me diga você, o que as almas acham disso tudo? Porque as sombras estão ficando cada vez mais imprevisíveis de se controlar." Terminou de tirar a camisa, tacando-a no mesmo lugar que a jaqueta. Podia sentir que ele mesmo estava ficando imprevisível, geralmente ele mesmo era afetado pelos seus próprios poderes.

Bem que vivia dizendo, aquele negócio era para malucos.

Negou com a cabeça, espreguiçando-se. Sarah continuava a encará-lo, provavelmente esperando que sua raiva se abrandasse, enquanto ele dava a volta por todo o quarto, checando as seguranças e medidas preventivas, tais como travas, fechaduras e cadeados, que manteriam qualquer intruso de fora. E é claro, fechando todas as cortinas no meio do processo. Ele simplesmente detestava a claridade. As vezes imaginava se não fora um vampiro em uma vida passada, mas, diabo, aqueles viadinhos não existiam no mundo real. Como a espécie humana conseguia ser a mais temível do mundo ele não sabia, dado que era os seres mais influenciáveis e medrosos que ele já teve o desprazer de estar. E ah, ele estava incluso na berlinda.

Parou de frente para a loira, encarando-a sugestivamente ao levantar uma das sobrancelhas quando a mesma apenas o devolveu o olhar. Cruzou os braços, os bíceps retesando-se e ficando rijos. Negou com a cabeça para ela, ajoelhando-se diante da mulher para seus olhos ficarem a mesma altura e continuou encarando-os, fazendo questão de pegar boa parte de seu cabelo cheiroso entre uma das mãos com exacerbada violência. Inclinou a cabeça para um lado, tentando manter a calma para não machucá-la além do previsto, mas quem sabe o que Simon seria capaz naquele momento? Nem mesmo ele conseguia se controlar como deveria.

Você é uma vadia, sabia disso?”, a voz rouca foi interrompida por um sorriso sacana. Sarah o fuzilou com o olhar, mas Simon realmente não se importava com aquilo agora. Puxou o cabelo dela com necessidade e a beijou violentamente, como só ele conseguia fazer.

Ele era um fodido por aquela mulher mesmo, droga.

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Re: Quarto de Sarah e Simon

Mensagem por Sarah Sörensen em Sex Mar 29, 2013 4:40 am


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Sarah havia chego até a casa correndo, no meio da rua, tirou seus saltos e começou a correr o mais rápido que conseguia com um vestido que apertava suas coxas, tentou correr das vozes que a chamavam, que a queriam longe, que queriam ajuda, todas as vozes que se misturavam numa grande orquestra mórbida da qual a loira estava querendo evitava desde o momento em que seus poderes floresceram, era sempre assim, e só piorava. E ela só conhecia uma escapatória quando isso começava.

Passou por um pequeno jardim e enfim estava na mansão recém comprada, sentia falta de ar, suas pernas doíam pela corrida inesperada e seu coração batia tão forte que quase conseguia distraí-la das vozes, que enfim estavam mais fracas. Mas ainda sim não era o suficiente, sabia que precisava se controlar ou faria algo premeditado, e que talvez nem haja volta se ela o fizer, seus pensamentos não eram coerentes, seu corpo não estava bem assim como sua alma, a loira se via cercada por uma escuridão que não lhe pertencia, acredite ou não. Entrou na casa e subiu até seu quarto sem ligar nenhuma das luzes, metade das pessoas ainda não haviam chego, e ela sabia que iriam demorar mesmo. Sua cabeça latejava e sua visão estava escurecida, era como se ela fosse desmaiar, só que pior devido ao fato de que ela nunca conseguia chegar a ficar inconsciente. Puxou a sua adaga do vestido e a fechou com uma palma da mão, até que um gemido baixo escapou de seus lábios, e então apertou com mais força. Sarah ficou no chão por algum tempo, observando o mundo voltar ao normal, e aos poucos a escuridão foi sumindo, e ela conseguiu se focar na dor até que conseguisse erguer uma barreira entre ela e os espíritos.

- Obrigada Ísis ... – Disse antes de se levantar. Foi até o banheiro e limpou a sua adaga, e cuido dos ferimentos das mãos, tirou sua roupa e tomou um banho rápido, enfim ouviu uma agitação em sua casa e soube que já haviam chego, exceto por uma pessoa.
Vestiu uma camisola preta e se deitou na cama, escolhendo um livro qualquer, Sarah já sabia que Simon estava chegando, e sabia também que ele estava muito, muito brava, a pronto para fazer coisas realmente más com ela.

Sarah se esforçou para não dar um sorriso malicioso, não conseguiu.

Não demorou muito e lá estava Simon, e exatamente como ela havia visto ele estava realmente puto com ela.
Acordada, Sörensen? Me esclareça uma coisa, ó Líder... Agora que o imbecil do Carter voltou, algo muito importante deve estar acontecendo, ou ele fugiria como a gazela saltitante que é. – Simon riu, mas sem nenhum humor além de uma sombra negra, exatamente como Sarah se sentia quando chegou, mas cada um tinha sua forma de voltar a si naquela relação. - Meu ponto é - essa merda toda está acontecendo porque viemos para território inimigo ou porque tinha que acontecer? Me diga você, o que as almas acham disso tudo? Porque as sombras estão ficando cada vez mais imprevisíveis de se controlar.

Não disse nenhuma palavra, estava dividida em fazer um comentário ou outro porém, resolveu que naquele momento Simon precisava fazer tudo o que precisava, continuou seguindo com os olhos cada movimento que o loiro fazia, tentou não suspirar – Simon realmente tinha que sempre ficar verificando tudo? Era só ela conjurar algumas palavras e ninguém entrava naquela casa. Mas como havia dito antes, melhor deixar a fera se acalmar antes de falar alguma coisa que o irritasse ainda mais, se limitou em fechar o livro com um barulho oco e imitou o arquear de sobrancelha de Simon, que a encarou, ainda irritado, ou alguma coisa além disso, muito além.

Moveu as pernas, de modo que a camisola subisse, exibindo mais as coxas quase que mostrando a lingerie, e parecia que aqueles olhos verdes haviam ganhado vida própria, até que ele estava próximo demais dela, pegou-a literalmente pelos cabelos, não que ela já não estivesse olhando para ele, sentiu uma leve ardência no couro cabeludo e por fim, soltou um gemido baixo, como um ronronar de um gato, sorriu maliciosamente.

- Você é uma vadia, sabia disso? – Sarah estreitou os olhos para ele, que a puxou para si, beijando-a de forma nada delicada, exatamente como ela preferia, sem falsas formalidades que não existiam ali entre os dois. Simon a empurrou e ela caiu deitada no colchão de uma vez, ergueu o rosto e seus olhos gélidos ainda brincavam com o loiro.

- E você adora foder essa vadia aqui, sabia disso? – Sorriu - Sim, nós dois sabemos.
Ergueu uma perna e Simon a segurou, apertando forte, Sarah se inclinou para cima, fazendo com que os corpos ficassem ainda mais juntos, enquanto Simon a beijava, puxou o lábio inferior dele enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dele, até que por fim chegou até o zíper de sua calça.

Deixou um rastro de seus lábios até que chegou ao seu ouvido, Simon tomou sei seio com uma das mãos e os massageou, e aos poucos foi sendo mais e mais ... forte em suas caricias, Sarah gemeu em seu ouvido, e fez uma manobra com as pernas e colocando todo o seu peso, fazendo com que ela ficasse por cima dele.

Jogou os cabelos para trás, e fez o caminho do peito de Simon até que chegasse a sua barriga- dura como uma pedra-, com a ponta da língua. Puxou a calça que Simon vestia e então, quando estava alcançando o cós de sua boxer, ele a puxou para si, com a mesma brutalidade inicial, e Sarah soube que ele ainda estava bravo, e que não estava satisfeito, não ainda.

Sarah mordeu o lábio, enquanto Simon fazia o que bem entendia com ela.

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Re: Quarto de Sarah e Simon

Mensagem por Simon Schmitt em Sex Mar 29, 2013 10:34 pm



fuck!
" E você adora foder essa vadia aqui, sabia disso? Sim, nós dois sabemos." a vadia ainda exibia aquele sorriso malicioso que fazia com que ele perdesse toda a razão em questão de segundos. Que se dane, Simon nunca fora um homem muito paciente, de qualquer forma. Fez questão de tratá-la com toda a brutalidade possível, ignorando que a mulher a sua frente tivesse apenas dezenove anos. Ela não era uma bonequinha de porcelana delicada e, diabo, Simon tinha quase certeza de que ela nunca fora. Com a expressão séria, tacou-a na cama e levantou uma de suas pernas, exibindo a lingerie que estava usando. Seu membro palpitou dentro de sua calça, mas trincou o maxilar e continuou a beijá-la com selvageria.

Sarah sabia quais eram suas fraquezas, e ele sabia as dela, então quando iam para a cama as coisas costumavam ficar quentes e, certamente, bastante interessantes. A vadia passou as mãos por todo o seu corpo e com cada toque ele conseguia sentir a vontade aumentar cada vez mais. Precisava estar dentro dela, expulsar todo o tipo de sombra que ainda estava ali, dentro de sua cabeça. Aquilo o tornava mais agressivo do que de costume, e, desde que descobrira que era um bruxo, o sexo sempre fora a melhor forma de outorgá-la. Sentiu os lábios rosados beijarem cada pedaço de pele que encontrou e não pôde deixar de segurar os seios da namorada, fazendo questão de livrar-se do sutiã em poucos segundos. Não os rasgara, mas se o fizesse, Sörensen poderia muito bem pagar outro. Passou a brincar com o mamilo enrijecido, escutando os gemidos e ganidos necessitados que ela soltava. Parecia, realmente uma cadela. A sua cadela, acrescentou mentalmente, sorrindo malicioso quando a Sörensen tomou o controle da situação, livrando-se da sua calça e passando as mãos por todo seu tronco. Não conseguiu evitar um rugido, vendo aquela carinha destilar-se em desejo. Quando ela chegou ao elástico de sua boxer, Simon negou, puxando-a e fazendo com que se desequilibrasse em cima dele.

Soltou uma risada rouca, sabendo o quão puta ela deveria estar no momento, então desvencilhou-se dela, negando com a cabeça, com uma careta sacana. Levantou-se, observando cada reação da mulher. Analisou as opções que tinha naquele momento. Opção número um: foder aquela mulher de formas que ela nem sonharia logo de uma vez e acabar com aquela necessidade de carne que ele tinha dela, deixando ambos satisfeitos e prontos para outra em questão de minutos ou; Opção número dois: fazer a vadia sofrer o máximo possível, até o ponto em que ela implorasse para que ele acabasse com aquilo tudo logo, o que o levava a opção número um. Deu um sorriso de meio canto, levantando-se da cama, sabendo exatamente o que iria fazer.

“Você acha mesmo que eu vou te foder assim, sem mais nem menos?”, negou com a cabeça, mordendo o lábio ao notá-la ter feito isso, como um espelho. “Não, Sörensen.”, segurou-a pelo cabelo novamente. Ele sabia que ela adorava quando ele era daquela forma, rude, brusco, um perfeito animal. Era uma mulher forte e gostava de coisas fortes. Era muito gratificante saber que ela largara aquele paspalho pra ficar com ele. Os rostos estavam próximos demais agora. Simon apoiava todo o seu corpo em cima do da mulher, estirado na cama. Mas não encostava nela propriamente dito. Se o fizesse, ia mandar à merda a opção número dois e ela não o respeitaria como deveria. Ocupou-se, então, em tirar a camisola da mulher, exibindo seu corpo esguio e curvilíneo. Sarah já se encontrava sem a parte de cima de sua lingerie, o que faltava agora? Ah, Simon reprimiu um sorriso malicioso. A parte de baixo.

Poderia fazer algumas coisas com aquilo.

Mordeu o lábio da namorada, fazendo questão de se apoiar nos seus cotovelos enquanto descia os beijos, parando para dar uma atenção necessária aos seios de Sarah, rijos como pedra. Ele ainda nem começara direito e ela já estava completamente à mercê dele? Gostava daquilo. Parou por alguns segundos, sentindo o membro reclamar e resmungou palavras ininteligíveis, algo como um “eu sei, parceiro, mas aguenta firme”, voltando a beijar e brincar com as partes sensíveis da namorada. O que ele mais queria no momento era acabar com aquela sua patética tentativa de fazer Sarah implorar – de toda forma, sabia que mais cedo mais tarde ela iria fazê-lo – e acabar com aquilo tudo logo, mas algo dentro de si o impeliu a continuar a estimulá-la, a não deixar a mágica – negra – daquele momento se desvanecer. Ao chegar na barriga da mulher, deixou seu cabelo em paz e ajoelhou-se no chão, tendo uma visão completa de uma das partes que ele mais gostava em Sarah.

Sabia que aquilo era ridículo, mas abriu um sorriso malicioso, olhando da intimidade da loira para seus olhos, desafiando-a a ir contra aquilo. Quando não houve resposta, mordeu a calcinha com a boca, levando-a consigo para tirá-la por completo e obter aquela visão do paraíso. Negou com a cabeça, controlando-se para não acabar atacando-a logo de cara, começando a brincar com os dedos na intimidade da namorada, ele próprio reagindo contidamente aos estímulos que estava provocando nela.

Parou após alguns segundos, recobrando o controle e encontrando-se prestes a inserir seus dedos naquela cavidade. Obrigou-se a parar, levantando uma das sobrancelhas para Sarah e repetindo o processo por uma ou duas vezes. Simon não estava com humor para contar aquele tipo de coisa. Quando Sarah já se encontrava suada, arfante e ele ousava dizer, pegajosa, por fim Simon sorriu, inserindo dois de seus dedos na intimidade da loira, levantando-se rapidamente e, ainda movimentando-os dentro dela, beijando-a.

Sem pensar, depois de um tempo, tirou a boxer em pouco tempo e acabou afundando-se dentro da mulher que ele amava e odiava ao mesmo tempo, mantendo um ritmo intenso e fundo. O membro atingia pontos da loira que nem mesmo ele atingira nas vezes anteriores e ele percebeu as reviradas de prazer que a namorada dava quase a todo momento. Trincou o maxilar, mantendo o ritmo rápido.

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Re: Quarto de Sarah e Simon

Mensagem por Sarah Sörensen em Qui Maio 02, 2013 6:10 pm


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Sarah se contraiu, puxando o ar e suas mãos se enroscaram nos lençóis, enquanto Simon fazia definitivamente o que bem entendia com ela, e o bastardo era bom nisso, era ótimo.
Finalmente ele havia soltado seus cabelos, o que ela não sabia ser era algo bom ou ruim, ela gostava desse tipo de coisa, pesada e suja, Sarah não era o tipo de mulher que curtia sexo açucarado, na verdade, nunca havia se quer feito isso. E nem sentia falta.
Gemeu quando ele desceu, e olhou para aqueles olhos esverdeados, quase sorrindo para aquele bruxo de olhar malicioso. Se ela não estivesse tão brava.

Gemeu outra vez, respirou fundo e se moveu contra o toque de Simon na sua região mais intima, tentando ganhar alguma coisa além da tortura que ele estava fazendo.
- Merda, Simon... – Disse arfando. – Só... Vai logo.
O que obteve em resposta foi uma risada rouca dele, odiava quando era ela a que ficava a mercê da vontade dele, pois ele sabia estender até onde ele bem agüentasse, e ela esperava que ele não estivesse com tanta paciência para joguinhos essa noite.

Mas se bem que, ela merecia coisa pior, então... Era melhor parar de reclamar.

Ergueu a cabeça, Sarah estava corada e suando, sua respiração forte assim como os batimentos do seu peito, provavelmente seu cabelo estava despenteado também. Simon foi até seu rosto e a beijou, sem parar o que estava fazendo com a mão. Sarah se contorceu, fazendo tudo o que podia para se aliviar ao menos um pouco. Então algo em Simon pareceu mudar, e finalmente, mas finalmente mesmo, Sarah pode obter o que queria: Simon dentro dela.

Soltou um gemido alto, não dava a mínima se alguém ia escutar, não devia satisfações a ninguém. Passou a mão nas costas de Simon e fincou as unhas, abriu a boca mas não conseguiu proferir nenhuma palavra, então voltou a sua atenção a Simon e suas fortes estocadas. Fechou os olhos e então ela não estava mais sozinha em sua mente, novamente, a ligação psíquica entre o casal ficou mais forte, e tudo o que Simon pensava ou sentia, Sarah sentia também, e vice versa.

Não demorou para que os dois chegassem ao ápice, quase simultaneamente, se não estivessem tão ocupados com sua perversão, poderia ser uma coisa quase que romântica, mas eles não iriam admitir isso, então, era melhor apenas lidar com a situação atual.

Os dois se separaram, e Sarah perdeu a ligação naquele mesmo instante. Ficou alguns segundos apenas respirando, e tentando encontrar forças para se mover, piscou algumas vezes, Simon parecia apenas... Parado e quieto. Sarah virou seu rosto para o lado e viu o loiro olhando para o nada, franziu a testa. Essa era a hora em que você me puxava para si, ou falava alguma coisa idiota, seu idiota. Pensou Sarah. Mas nenhum dos dois aconteceu, Sarah suspirou.

Girou até que pudesse apoiar sua cabeça no peito de Simon, e o estudou em silencio, não queria falar nada, não gostava de falar nada disso. Depois de um bom tempo, Simon olhou para Sarah, erguendo uma sobrancelha para a loira.

- Eu senti tudo o que você sentiu... Lá na praça. E eu acho que, eu não sei, foi o estopim para a minha loucura. – Tirou as mãos cortadas de cima Simon quando ele as notou.- O que eu quero dizer é que eu te deixei sozinho, quando não deveria... – Olhou para baixo, respirando fundo e tentando ser o mais honesta possível, até por que, se ela não fosse honesta com Simon, com quem ela seria? Ninguém naquele lugar era digno de sua total confiança, ou sinceridade como Simon, eles estavam ligados pelo resto da vida, e mesmo que não fossem, eles estavam juntos, certo? No plano louco dela e na loucura que os dois tinham ao redor deles, então novamente, ela precisava e o queria junto dela, e ela sempre faria o melhor para ele, Sarah apertou os lábios, parecia até uma pessoa normal naquele momento.

Você sabe que eu sou uma vadia as vezes, na maioria do tempo... – Riu sobre si mesma, sem muito humor. - Mas direto ao ponto, você me desculpa? ...– Naquela altura, não estava mais encarando Simon, não queria ver a cara de deboche que ele iria fazer sobre o que ela estava falando, ela estava tentando fazer as pazes ali, e ela não era nenhum pouco boa em pedir desculpas, então não, ela não precisava ficar encarando Simon enquanto fazia isso pela primeira vez na sua vida.


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Re: Quarto de Sarah e Simon

Mensagem por Simon Schmitt em Qua Jan 22, 2014 10:37 pm



fuck!

Sarah nunca fora do tipo de mulher que ficava manhosa depois do sexo, por isso Simon estranhou quando ela se aproximou do peito do loiro, lembrando-se pelo que os dois já haviam passados juntos. Em resumo: muita merda. Fechou os olhos, deixando um sorriso sacana emoldurar seus lábios ao se lembrar dos bruxos que recrutara, de todas as malditas mulheres que já passaram pela sua cama antes da loira nos seus braços – nenhuma o satisfazendo por completo, obviamente – e de como conhecera Sarah. Por uma merda do destino, ou não, ela o salvara e agora eles estavam ligados, tinham um vínculo mais do que indestrutível e diabo... Aquilo chegava até a irritá-lo de vez em quando, porque pareciam saber tudo um sobre o outro sem precisar de palavras para se expressarem.

Dizer que era complicado não era nem metade do que passaram nos primeiros dias. Acordava ensopado, via as sombras mais claramente por onde quer que passasse, e junto delas, todo o medo que a escuridão que elas traziam pudesse ter. Ficavam cada dia mais incontroláveis, as sombras. E era difícil não se deixar afetar pelo seu próprio poder. Simon, além de ter sempre um eterno lembrete de que fora ressuscitado, ainda andava mais imprevisível do que nunca. E não havia nada que ele ou Sarah pudessem fazer.

Deixou que a loira falasse, passando o olhar pelo seu corpo, não muito escondido debaixo do fino lençol, e seus olhos encontraram o ferimento nos pulsos da Sörensen. “Mas que merda.”, resmungou, fingindo ignorar tudo o que a loira falara. “Eu já disse que se você chegar a esse ponto de querer extravasar, eu sempre estarei aqui pra te segurar, sua puta.”, encarou a mulher, pouco se importando com delicadeza. “Não admito que você se corte por um motivo tão fútil quanto o clã de Nephys. Nós vamos fodê-los, e você sabe disso.”, negou com a cabeça, bufando pesadamente antes de deixar seu cérebro processar o resto do que a loira falara. “Eu imagino como você deve ter se sentido, até porque o filho da puta pegou pesado. Maldito.”, grunhiu, tencionando o corpo o suficiente antes de deixar toda a raiva que tinha de Mikael para lá. O bastardo teria sua vez, e Simon não seria nem um pouco hospitaleiro com o maldito desertor.

Escutou o restante do que a loira falara, deixando uma risada nasalada escapar por entre os lábios. “As vezes, Sörensen? Praticamente todas, você quis dizer, huh? Porque não me lembro de nenhuma ocasião na qual você tenha sido complacente, respeitosa ou qualquer merda dessas que damas deveriam ser. Você não é uma dama, de qualquer forma.”, deu de ombros, sorrindo irônico quando ela pedira desculpas. Aquela não era a Sarah que conhecia. Parecia mais frágil, intocada. De certa forma, até parecia que toda aquela confusão acabara deixando a garota mexida mais do que ela queria admitir e Simon olhou para a Sörensen, indeciso entre ficar preocupado e deixar para lá.

Um dos seus piores defeitos era não gostar de deixar as coisas para lá, até porque aquela em específico envolvia a loira, e Simon não negaria ajuda a ela. “Desculpar? Naah. Você não merece isso, Sörensen.”, olhara-a com a cara limpa, sério, até. “Desculpas estão além de você.”, na verdade Simon já havia a desculpado desde que ela o deixara ali, mas ele nunca daria o braço a torcer, e que se fodessem as consequências. “Uma vadia como você não merece desculpas, ou perdão.”, negou com a cabeça, o sorriso de canto estampando seus lábios. “Merece castigo, Sörensen. E agora que eu estou mais calmo, posso esperar tempo o suficiente para te penalizar.”, pegou uma das mãos da loira e mordeu o dedo mindinho antes de encará-la, pouco se importando se ela iria reclamar ou não.

Particularmente, ele preferia que ela reclamasse para que ele pudesse, enfim, acabar com aquilo tudo da forma que mais gostava: da violência.



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